Juíza mantém presa mulher suspeita de matar jornalista em Goiânia
Magistrada destacou a gravidade do crime no Setor Bueno e o histórico da investigada

A juíza Telma Aparecida Alves indeferiu o pedido de habeas corpus e manteve a prisão preventiva da dentista Renata de Almeida Pedreira e Sousa, de 56 anos. Ela é a principal suspeita de ter assassinado a facadas o jornalista Delson Carlos Barros, de 52 anos, no Setor Bueno, em Goiânia.
Na decisão proferida na noite de sábado (25), a magistrada ressaltou que, apesar de a investigada ser tecnicamente primária, o histórico com registros anteriores por estelionato, calúnia, injúria e difamação não pode ser ignorado. Para a juíza, esses antecedentes demonstram risco de reiteração delitiva e ameaça à ordem pública, somando-se à extrema gravidade do crime, que ocorreu com o uso de arma branca durante uma confraternização.
O homicídio aconteceu na noite de sexta-feira (24), no Residencial Dom Lourenço, em um apartamento que Delson alugava de Renata. A agressão fatal ocorreu após um desentendimento entre os dois. Procurada, a Defensoria Pública informou que não se manifestará sobre o caso, enquanto o Conselho Regional de Odontologia de Goiás (CROGO) declarou que acompanha o processo e está à disposição das autoridades.











