Pastor de Goiânia acusado de pedir propina diz que prisão ocorreu para perseguir Bolsonaro
Gilmar Santos emitiu comunicado logo após deixar a prisão nessa quinta-feira (23) e afirmou sofrer perseguição política.

O pastor de Goiânia, Gilmar Santos, publicou texto em seu perfil nas redes sociais, intitulado “Carta ao povo de Deus”, afirmando que sua prisão ocorreu por perseguição política ao Governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Gilmar é acusado por prefeitos de pedir propina para viabilizar recursos junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação, aos Municípios. Ele foi preso pela Polícia Federal juntamente com o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro.
“Nosso país está tomado pelo ódio e fome de poder, com interesses políticos manipulando a verdade e a transparência dos fatos. Como sabemos, existe uma luta incansável para enfraquecer o governo eleito”, aponta.
Ele escreveu ainda que não há julgamento ou veredicto em seu nome, mostrando a ilegalidade da prisão.
Leia mais
Desembargador critica prisão e solta ex-ministro, ex-assessor da prefeitura e pastor de Goiânia
"Assessor fantasma" do pastor Rogério Cruz está entre os presos por corrupção no MEC
O pastor pontua também que seu compromisso segue o mesmo desde o momento em que "Deus me chamou para ser parte de sua grande obra, levar a palavra de verdade aos quatro cantos da terra".
“São tempos de guerra e não paro de lutar. Continuo orando pelas famílias e por toda a igreja evangélica brasileira até o senhor nos chamar para estar com ele no dia de grande alegria”, concluiu o líder religioso.
Nos comentários, dezenas de evangélicos deixaram mensagens de apoio ao pastor enquanto outros dispararam críticas.

Kitão quer levar debate sobre cannabis para Alego e uso da fibra na medicina
Candidato a deputado estadual, vereador quer usar experiência acumulada em Goiânia para levar discussão à Assembleia e ampliar políticas relacionadas à cannabis medicinal em Goiás

Pedro Sales desiste de candidatura a deputado federal em Goiás
Nos bastidores, Pedro Sales era apontado como um dos nomes cotados para integrar a chapa do PSD na disputa por uma cadeira na Câmara Federal.











