Padre: Blasfemar e chamar Jesus de gay virou liberdade de expressão, mas criticar o STF nem pensar
Padre Renan Cunha é responsável pela comunicação da arquidiocese de Cuiabá

Em entrevista ao RepórterMT, o padre Renan Cunha, assessor de comunicação da arquidiocese de Cuiabá, critica a perseguição ao cristianismo e a postura do Supremo Tribunal Federal que faz vistas grossas aos constantes desrespeitos aos cristãos.
Ele lembra o especial de Natal veiculado pela Netflix em que Jesus era apresentado como gay.
blasfemar contra o nosso Senhor Jesus e está tudo bem; isso é liberdade de expressão. Mas quando alguém faz alguma crítica ao STF aí não é liberdade de expressão”, revolta-se.

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