Mistério cerca morte de fisioterapeuta de Goiânia; Polícia Civil investiga o caso
Um primo da vítima afirmou que Larissa morava em Goiânia e estava em Mozarlândia acompanhada de um homem com quem teria iniciado recentemente um relacionamento.

A Polícia Civil investiga a morte da fisioterapeuta e professora universitária Larissa da Mata Silva, de 30 anos, após ela passar mal durante uma confraternização em uma fazenda na região de Mozarlândia, no norte de Goiás. A jovem morreu no último domingo (2), e a causa do óbito ainda não foi divulgada oficialmente.
Segundo informações obtidas pelo Portal 6, Larissa foi levada ao Hospital Municipal de Mozarlândia por dois homens e uma mulher identificada apenas como "Lu". À equipe médica, a acompanhante informou que a fisioterapeuta havia consumido bebidas alcoólicas antes de apresentar um mal-estar.
Durante o atendimento, a médica plantonista constatou hematomas na coxa direita, no joelho esquerdo e um edema significativo na perna direita. Pouco tempo depois, Larissa sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu na unidade de saúde.
De acordo com a Polícia Científica, o caso foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO), responsável pela apuração de mortes por causas naturais. Paralelamente, a Polícia Civil instaurou investigação para esclarecer as circunstâncias da morte.
Depoimento do primo
Em depoimento, um primo da vítima afirmou que Larissa morava em Goiânia e estava em Mozarlândia acompanhada de um homem com quem teria iniciado recentemente um relacionamento. Segundo ele, familiares suspeitam que a morte possa ter sido provocada por algum tipo de violência ou até pelo chamado golpe conhecido como "boa noite, Cinderela". As hipóteses, no entanto, ainda serão apuradas durante a investigação e não foram confirmadas pelas autoridades.
A Polícia Civil informou que aguarda a conclusão dos exames periciais, que deverão apontar a causa da morte e esclarecer se houve ou não a participação de terceiros.
A morte da fisioterapeuta causou grande repercussão entre familiares, amigos, alunos e colegas de profissão. Em nota, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 19ª Região (Crefito-19) lamentou o falecimento e destacou a contribuição de Larissa para a formação de novos profissionais e para a valorização da fisioterapia em Goiás.
Nas redes sociais, a profissional costumava compartilhar momentos da rotina de trabalho, atividades físicas e viagens. Diversas mensagens de pesar foram publicadas após a confirmação da morte.
Até o momento, a causa do óbito permanece indefinida e será esclarecida após a conclusão dos laudos periciais.

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