Empresário, ex-secretária e servidora viram réus por alugar van “fantasma” transportar pacientes
Eles são acusados de obterem vantagem ilegal em licitação e peculato que causaram prejuízo de mais de 70 mil aos cofres de Formosa.

A Justiça de Formosa (280 km de Goiânia) tornou no réus o empresário Aroldo José de Sousa Júnior, a ex-secretária Municipal de Assistência Social, Polyanna Ungarelli Ala Roller e a servidora Leidina Gomes de Castro Monteiro por supostos crimes de vantagem ilegal obtida em licitação e peculato.
A determinação judicial, a pedido do Ministério Público Estadual (MPGO) também bloqueou os bens dos acusados nos limites dos danos materiais, estimados em R$ 70.392,00, bem como os proibiu de realizar contratação com qualquer órgão público até o resultado final da ação penal.
De acordo com o titular da 3ª Promotoria de Justiça de Formosa, Douglas Chegury, em 2017, Aroldo José, dono da CJ Indústria e Comércio e Prestadora de Serviço Ltda., participou do Pregão Presencial 71/2017 e celebrou contrato com o município de Formosa comprometendo-se a alugar uma van para a Secretaria de Assistência Social.
O denunciado apresentou proposta de um ano de aluguel por R$ 70.392,00, tendo assinado o contrato em 2 de setembro daquele ano.
O promotor de Justiça destaca que a ex-secretária de Assistência Social, Polyanna Roller, era gestora da pasta e ordenadora de despesas, enquanto Leidina Monteiro era responsável pela fiscalização do contrato.
No entanto, apontou Chegury, os três ignoraram a negociação, e Aroldo José não colocou o veículo a serviço do município.
O promotor de Justiça sustenta que as duas mulheres, com dolo, “comunhão de esforços e unidade admitiram, possibilitaram e deram causa à vantagem ilícita no contrato firmado com Aroldo José”.
Logo depois da negociação, Aroldo José foi fiscalizado por Polyanna Roller e Leidina Monteiro, que, conforme a denúncia, “se omitiram deliberada e criminosamente no seu dever fiscalizatório, pois o empresário não colocou o veículo contratado a serviço da Secretaria de Assistência Social”.
“O desvio e o mau uso do recurso público se deram com a colaboração das servidoras. Sem a contribuição de ambas, Aroldo José não conseguiria fazer os desvios da forma como se verificaram”, escreve o promotor de Justiça.
(Texto: Cristiani Honório/Assessoria de Comunicação Social do MPGO)

Kitão quer levar debate sobre cannabis para Alego e uso da fibra na medicina
Candidato a deputado estadual, vereador quer usar experiência acumulada em Goiânia para levar discussão à Assembleia e ampliar políticas relacionadas à cannabis medicinal em Goiás

Pedro Sales desiste de candidatura a deputado federal em Goiás
Nos bastidores, Pedro Sales era apontado como um dos nomes cotados para integrar a chapa do PSD na disputa por uma cadeira na Câmara Federal.














