Travesti executada a tiros em estrada da UEG fazia "programas" e cobrava clientes nas redes sociais
Um dos casos mais polêmicos envolvendo Samylla resultou em uma tragédia quando um jovem, ao ser exposto por ela em uma das postagens, cometeu su1cíd10

A travesti Samylla Morais, cujo nome civil era Ícaro, foi identificada como a vítima encontrada morta a tiros em uma estrada vicinal próxima à Universidade Estadual de Goiás (UEG), nas imediações da BR-060, na noite de sexta-feira (18), em Anápolis.
Samylla Morais, que prestava serviços como "garota de programa", tornou-se uma figura controversa nas redes sociais ao utilizar seus perfis para cobrar publicamente clientes inadimplentes. Essas denúncias frequentemente envolviam a exposição de fotos dos supostos clientes, gerando uma vasta repercussão online na cidade.
Um dos casos mais polêmicos envolvendo Samylla resultou em uma tragédia quando um jovem, ao ser exposto por ela em uma das postagens, cometeu su1cíd10. Este evento trágico catalisou discussões urgentes sobre os limites da exposição pública.
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Ainda não há informações sobre a autoria do homicídio de Samylla e se o crime tem ligação com o fato de a garota de programa expor clientes e fazer cobranças públicas nas redes sociais.
Caso segue em investigação.

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