Professora de escola militar é investigada por "namorar" alunos
Em nota, instituição de Araranguá frisou que informações preliminares apontam que conduta foi realizada fora do ambiente escolar e durante o período de recesso

Professora de uma escola cívico-militar em Araranguá, localizada no Extremo Sul de Santa Catarina, foi afastada de suas funções devido a suspeitas de envolvimento com alunos. O caso, que gerou repercussão nas redes sociais e na comunidade local, está sendo apurado desde a última semana pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (Dpcami) e pela Coordenadoria Regional de Educação (CRE).
Monitoramento dos Fatos
Em comunicado oficial, a instituição de ensino afirmou que os fatos começaram a ser monitorados assim que indícios de má conduta foram apontados. A escola optou por não compartilhar muitos detalhes, considerando que o processo administrativo ainda está em andamento e é prematuro fornecer um informe mais abrangente.
“A conduta foi realizada fora do ambiente escolar, durante o período de recesso”, destacou a instituição, ressaltando que as circunstâncias do caso estão em investigação.
Reação das Autoridades
A Secretaria de Estado da Educação também se pronunciou sobre o incidente. Em nota, informou que, caso as acusações sejam confirmadas, medidas cabíveis serão aplicadas contra a professora. A pasta enfatizou a importância de uma abordagem cautelosa e respeitosa, dado o envolvimento de jovens e a seriedade do caso.
“Estamos comprometidos com a segurança e o bem-estar dos nossos estudantes. Psicólogos e assistentes sociais da equipe multiprofissional do Núcleo de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola (Nepre) estão acompanhando a situação, oferecendo escuta especializada aos estudantes e familiares afetados”, afirmou a secretária de Educação.

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