PRF usa bomba de efeito moral contra caminhoneiros para liberar rodovias em Goiás
Confronto ocorreu no entorno de Brasília, na BR-060, em Anápolis, e a BR-040 em Luziânia, no entorno de Brasília.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) usou bombas de gás lacrimogêneo na tentativa de desmobilizar o protesto de caminhoneiros contra a vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e desbloquear o km 101 da BR-060, em Anápolis, fechada desde de domingo (31) e a BR-040 em Luziânia, no entorno de Brasília. Vídeo no final do texto
A PRF cumpre ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que determinou a liberação das rodovias federais e estaduais em todo o país.
A ação ocorreu depois que a polícia deu uma ordem, na segunda-feira (31), para que os caminhoneiros liberassem a pista, o que não aconteceu.
Ao retornar ao local, os agentes federais atiraram bombas de gás contra os manifestantes. Alguns deles chegaram a passar mal.
A pista foi liberada na sequência e a concessionária que administra a rodovia passou a retirar restos de pneus queimados pelos manifestantes para que para que estavam pela estrada.
Porém, os protestantes voltaram a bloquear a via. Desta vez, o bloqueio é de um trecho de uma faixa, obrigando motoristas a reduzir velocidade no horário de pico.
Desde a eleição, caminhoneiros pedem intervenção militar e não reconhecem o resultado das eleições que deram a vitória ao ex-presidente Lula.
"Não falem em 'intervenção militar'. Falem em 'resistência civil'", diziam os líderes ao microfone.
Eles pediram para espalhar esse discurso a todos os bloqueios no Brasil. O protesto, a 50 km de Brasília, bloqueava a rodovia nos dois sentidos no bairro Parque Alvorada, em Luziânia, com dezenas de caminhões.

Irmãos de 9 e 4 anos são encontrados em situação de abandono em Goiás; veja vídeo
A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
Esposa revela que homem morto a tiros na frente da filha devia agiota; assista
Esiel Cavalcanti, de 38 anos, estava acompanhado da filha pequena quando foi baleado; esposa acredita que dívida pode estar por trás do crime












