Prefeitura recupera R$ 6 milhões desviados no “golpe do PIX”; veja vídeo
Prefeito de Crixás, Dr. Carlos explicou que, apesar de o dinheiro estar de volta à conta da prefeitura no Banco do Brasil, as investigações continuam para identificar os responsáveis pelo crime.

A Prefeitura de Crixás (320 km da Capital), que registrou boletim de ocorrência alegando ter sido vítima de um golpe via PIX, no dia 26 de janeiro, quando teve R$ 6 milhões desviados da conta pública do Executivo no Banco do Brasil, teve o valor restituído pela instituição financeira nessa quarta-feira (02).
O prefeito Dr. Carlos (Cidadania), o vice-prefeito Tiago Dietz (Cidadania) e o secretário de finanças, Jovael Maciel, gravaram um vídeo em frente ao Banco do Brasil para comunicar que o dinheiro foi recuperado.
O prefeito explicou que o valor desviado no golpe foi restituído por completo e está creditado na conta da prefeitura novamente. No entanto, ressaltou que apesar de o dinheiro ter sido recuperado a Polícia Civil continua a investigar o caso para descobrir quem foi o responsável.
“O dinheiro retirado indevidamente das nossas contas foi restituído por completo. Isso não significa que o processo de inquérito policial esteja findado. Ele continua, mas nós já recuperamos todo o dinheiro que foi retirado de forma fraudulenta das contas bancárias do município”, disse Dr. Carlos.
O Banco do Brasil também passa por uma sindicância para verificar as falhas que levaram ao desvio do dinheiro e rastrear para qual conta o montante foi parar e, assim, ajudar a polícia identificar os responsáveis pelo “roubo”.
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Entenda o caso
Segundo o secretário de Finanças, Jovael Maciel, um criminoso ligou na prefeitura se passando por gerente do Banco do Brasil e pediu a chave de segurança da conta alegando fazer algumas configurações. O código foi repassado e o bandido invadiu a conta da prefeitura, onde realizou transferências de valores muito altos, somando o total de R$ 6 milhões.
Conforme o secretário, o golpe foi bem articulado, já que o criminoso tinha informações privilegiadas, que só o banco poderia conter. A instituição bancária foi notificada do caso.
No mesmo dia, a verdadeira gerente ligou para a prefeitura e questionou os repasses, já que não é costume fazer pagamentos via PIX. Neste momento, o titular da Pasta percebeu o golpe.
Jovael informou ainda que o valor estava depositado na conta do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), fruto de arrecadações feitas pela prefeitura e destinado ao pagamento de fornecedores.
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