Policial se passava por biomédica e operava clínica ilegal em Goiânia
A investigação teve início após denúncia do Conselho Regional de Biomedicina, que acionou a Vigilância Sanitária e a Polícia Militar.

Uma policial militar é suspeita de comandar uma clínica de estética que funcionava de forma clandestina no setor Finsocial, região noroeste de Goiânia. Segundo informações preliminares, a mulher se apresentava nas redes sociais como biomédica, embora não possua registro ativo no conselho profissional da categoria.
A investigação teve início após denúncia do Conselho Regional de Biomedicina, que acionou a Vigilância Sanitária e a Polícia Militar. A suspeita é de que o estabelecimento realizava procedimentos estéticos e comercializava medicamentos, inclusive para emagrecimento, sem autorização legal.
Informações extraídas do perfil nas redes sociais, que posteriormente foi desativado, indicam que a suspeita utilizava o nome “Dra. Ana Paula”, se apresentava como biomédica e divulgava serviços ligados à estética e emagrecimento. A página contava com milhares de seguidores, além de oferecer contato direto via aplicativo de mensagens.
De acordo com relatos, no momento da chegada da equipe policial ao local, a proprietária teria sido avisada por uma recepcionista e conseguiu deixar o estabelecimento antes da abordagem. Essa funcionária acabou sendo presa.
Várias irregularidades
Além da atuação irregular, há indícios de uso e armazenamento de medicamentos considerados ilegais ou sem procedência autorizada, o que pode agravar a situação da responsável pela clínica.
O caso segue em apuração, e a polícia deve investigar a extensão das atividades, a origem dos produtos utilizados e a possível prática de exercício ilegal da profissão, além de outras infrações sanitárias e criminais.

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