Polícia deflagra operação e alvos são criminosos que deram golpe de R$ 490 mil em entidade
Mandados de busca e apreensão cumpridos em São Paulo. Valor “roubado” seria destinado à compra de alimento para crianças

A Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (05), a “Operação Ilha do Coral”, que investiga golpe de R$ 490 mil a uma entidade beneficente, dinheiro que seria destinado à compra de alimento para crianças.
Mandados de busca e apreensão cumpridos em São Paulo.
Os agentes apuram fraude por meio de uma tática criminosa denominada “phishing”, que em tradução livre significa “pescaria” e consiste em “fisgar” vítimas, enganar as pessoas para que compartilhem informações confidenciais como senhas e número de cartões de crédito.
PHISHING
Como em uma verdadeira pescaria, há mais de uma maneira fisgar, mas uma tática de phishing é a mais comum. As vítimas recebem um e-mail ou uma mensagem de texto que imita (ou “engana”) uma pessoa ou organização em que confiam, como um colega de trabalho, um banco ou um órgão governamental.
Quando a vítima abre o e-mail ou o texto, eles encontram uma mensagem assustadora que induz a deixar o bom senso de lado ao deixá-los com medo. A mensagem exige que a vítima acesse um website e execute uma ação imediata ou assuma um risco por algum tipo de consequência.
Se os usuários mordem a isca e clicam no link, eles enviam uma imitação de um website legítimo. A partir daí eles pedem para fazer o login com nome de usuário e senha.
Se forem ingênuos o bastante para obedecer, as informações de acesso são enviadas aos ladrões que as usam para roubar identidades, roubam contas bancárias e vendem os dados pessoais no mercado negro.

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