PMs acusados de forjar apreensões de carros para "furtar" e vender são presos
De acordo com denúncias à Corregedoria da Polícia Militar, o sargento e o soldado são lotados no 13º Batalhão e contavam com outro soldado para vender os veículos em Goiânia e Goianira

Policiais militares, acusados de forjar apreensões de carros, furtar os veículos e vendê-los em Goiânia e Goianira, na Região Metropolitana da capital, foram presos. De acordo com denúncias à Corregedoria da Polícia Militar, sargento e soldado do 13º Batalhão realizavam abordagens, confiscavam os veículos que estava, com o IPVA atrasado e, posteriormente, um terceiro soldado os vendia.
A Polícia Militar do Estado de Goiás afirmou que os militares suspeitos estão detidos e que não compactua com desvios de conduta.
A investigação começou quando um homem relatou à Corregedoria que seu veículo havia sido apreendido, mas ele não conseguia obter informações sobre o processo. Embora não houvesse registro oficial da apreensão, o motorista apontou os dois policiais do 13º Batalhão como responsáveis pelas abordagens.
Outros dois motoristas também procuraram a polícia, alegando que não conseguiam localizar os veículos apreendidos. Ambos identificaram os mesmos policiais como responsáveis pelas abordagens.
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A equipe da PM localizou os veículos circulando normalmente nas ruas de Goiânia e Goianira. As pessoas em posse dos veículos afirmaram ter comprado ou trocado os carros por meio de um Policial Militar, que confirmou trabalhar com aquisição de veículos e revelou que havia obtido os carros com outros dois colegas. Os policiais respondem por peculato.
Os mandados de prisão foram cumpridos em 3 de maio. A Justiça também autorizou a quebra de sigilo telefônico dos suspeitos para dar continuidade à investigação.

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