Médico é preso em Goiás por pagar detetives para perseguir e ameaçar servidora pública
Investigação revela que o médico criou perfis falsos nas redes sociais para ameaçar diretamente a servidora

A Polícia Civil de Rio Verde, por meio do Grupo Especial de Investigação Criminal (GEIC), deflagrou na manhã desta terça-feira (18) a Operação Retidão, que culminou na prisão de um médico sob a acusação de ameaça e coação. O profissional de saúde é investigado por contratar detetives particulares para intimidar e vigiar uma servidora pública e seus familiares, forçando-a a descumprir suas atribuições de fiscalização.
As diligências cumpriram um mandado de prisão e dois de busca e apreensão. A investigação aponta que o médico contratou dois detetives da cidade de Anápolis para atuarem em Rio Verde durante três dias. A missão dos contratados era realizar vigilância ininterrupta da servidora, monitorando-a em locais como sua residência, escola, local de trabalho e empresas.
Além da vigilância, os detetives criaram perfis falsos para ameaçar diretamente as vítimas. Segundo a Polícia Civil, os executores receberam a quantia aproximada de R$ 7 mil para realizar o serviço de intimidação.
Apesar dos esforços dos autores em utilizar técnicas de investigação para se ocultarem, os Policiais Civis do GEIC conseguiram identificar todos os envolvidos, incluindo o acesso às conversas que detalhavam o plano entre o médico investigado e seus contratados.
O caso segue sob investigação na 8ª Delegacia Regional de Rio Verde.

Irmãos de 9 e 4 anos são encontrados em situação de abandono em Goiás; veja vídeo
A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
Esposa revela que homem morto a tiros na frente da filha devia agiota; assista
Esiel Cavalcanti, de 38 anos, estava acompanhado da filha pequena quando foi baleado; esposa acredita que dívida pode estar por trás do crime











