Juíza mantém preso secretário de Saúde de Goiânia e auxiliares investigados por corrupção
No entendimento da magistrada, se soltos, os investigados poderiam atrapalhar as investigações, tentando destruir provas ou até mesmo ameaçando testemunhas.

Em audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (28), a juíza Ana Cláudia Veloso decidiu manter a prisão do secretário de saúde de Goiânia, Wilson Pollara, do secretário executivo, Quesede Ayres Henrique, e do diretor financeiro da pasta, Bruno Vianna Primo, presos durante a Operação Comorbidade,realizada pelo Ministério Público de Goiás (MPGO). Audiência durou cerca de uma hora.
No entendimento da magistrada, se soltos, os investigados poderiam atrapalhar as investigações, tentando destruir provas ou até mesmo ameaçando testemunhas. Este foi o mesmo argumento usado pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) para pedir a prisão dos servidores públicos. Os três chegaram algemados no Fórum, que fica na região leste de Goiânia.
A investigação apura crimes de pagamento irregular em contrato administrativo e de associação criminosa no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde. Segundo o MP, os presos tinham vantagens em contratos, ocasionando prejuízo para a administração pública. Constatou-se a existência de pagamentos irregulares, inclusive com preterição da ordem cronológica de exigibilidade.

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