Investidor goiano usa "informações privilegiadas" na Bolsa de Valores e vira alvo da PF
O uso indevido de informações privilegiadas (insider trading) afeta a confiança dos investidores e do público em geral e a integridade do mercado de capitais, segundo a PF

A Polícia Federal (PF) deu início a uma operação nesta terça-feira (27) para cumprir mandados de busca e de apreensão em imóveis usados por investidores investigados por suspeita de crimes no mercado financeiro. A ação ocorre nas cidades paulistas de São Paulo, São Caetano do Sul e Campinas, e também em Goiânia, no estado de Goiás.
A Operação Insider 11 tem o objetivo de aprofundar a investigação da PF sobre o uso indevido de informa privilegiada, o chamado ‘insider trading’ por parte dos investidores. Essa ação financeira é considerado crime contra o mercado de capitais.
Os mandados foram determinados pela 7ª Vara Criminal Federal de São Paulo a pedido da PF
A investigação começou em fevereiro de 2022, diante de suspeitas de que teriam sido realizadas operações na Bolsa de Valores Brasileira (B3), com possível utilização indevida de informação privilegiada.
Segundo a Polícia Federal há indícios da prática de insider trading em operações (mercados à vista, opções e termo), realizadas pelos investidores suspeitos.
Conforme apurado nas investigações, um único investigado teve lucro de mais de R$ 3 milhões com as operações suspeitas.
O uso indevido de informações privilegiadas (insider trading) afeta a confiança dos investidores e do público em geral e a integridade do mercado de capitais, segundo a PF.

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