INSS aciona Polícia Federal após policial civil agredir servidor idoso em Goiânia; vídeo
Autarquia federal repudia violência praticada por agente do Grupo Antissequestro; policial estava de licença

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) manifestou-se oficialmente sobre a agressão ocorrida na unidade Goiânia-Oeste, no Setor Castelo Branco, contra um servidor de 73 anos. O órgão classificou o episódio como "inaceitável" e confirmou a abertura de procedimentos criminais junto à Polícia Federal (PF) contra o policial civil Hudson Souza, lotado no Grupo Antissequestro (GAS) da Polícia Civil de Goiás.
De acordo com os relatos colhidos no local, o policial acompanhava familiares em um atendimento de rotina quando demonstrou insatisfação com os serviços prestados. Testemunhas afirmam que o agente teria utilizado uma arma de fogo para intimidar os servidores presentes. Na sequência, ele teria invadido uma área restrita da agência e agredido fisicamente um técnico do Seguro Social que sequer participava do atendimento original.
“É inaceitável que servidores públicos, no exercício de suas funções dedicadas à proteção social, sejam alvo de qualquer forma de violência, física ou verbal”, afirmou o Instituto em nota.
O órgão informou que já registrou o boletim de ocorrência e que o servidor agredido foi submetido a exame de corpo de delito para a formalização das provas de lesão corporal.
Desdobramentos na Polícia Civil
A Polícia Civil de Goiás (PC-GO) também se manifestou, esclarecendo que o agente Hudson Souza não estava em serviço no momento dos fatos, pois encontra-se afastado por motivo de licença-luto. A corporação ressaltou que a conduta do servidor já está sendo rigorosamente apurada pela Polícia Judiciária para a adoção das medidas disciplinares e legais pertinentes.

Irmãos de 9 e 4 anos são encontrados em situação de abandono em Goiás; veja vídeo
A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
Esposa revela que homem morto a tiros na frente da filha devia agiota; assista
Esiel Cavalcanti, de 38 anos, estava acompanhado da filha pequena quando foi baleado; esposa acredita que dívida pode estar por trás do crime











