Idosa atropelada duas vezes por engano morre no hospital; motorista continua preso
Anália Mendanha, 67 anos, teve uma parada cardiorrespiratória e morreu na noite de domingo (5) no Hospital de Urgências de Goiás (Hugo)

Anália Mendanha, 67 anos, que estava internada em estado grave no Hospital de Urgências de Goiás (Hugo), após ser atropelada duas vezes por engano durante briga na porta de uma distribuidora, na quinta-feira (2), no Setor Jardim Europa, em Goiânia, teve uma parada cardiorrespiratória e morreu na noite de domingo (5) na unidade de saúde.
Um vídeo registra o momento em que o motorista passa duas vezes com o carro sobre Anália. O motorista, cuja identidade não foi divulgada, foi preso na sexta-feira (3) pela Polícia Militar e levado à Central de Flagrantes. Após audiência de custódia, a prisão foi convertida em preventiva. Veja o vídeo aqui.
Desde o início, a Polícia Militar esclareceu que a mulher atropelada não era o alvo do motorista. A tenente Rhaianna Iannari detalhou que, ao ser abordado, o suspeito contou que tinha bebido e discutido com homens que estavam na distribuidora e o objetivo era atropelá-los.
O suspeito foi preso próximo ao local onde mora e confessou o crime a PM. Ele afirmou que a intenção não era atropelar a idosa e que não tinha tido nenhum tipo de problema com ela especificamente.
À Polícia Civil, o acusado ainda alegou que, após a discussão, as pessoas que estavam na distribuidora começaram a “jogar pedras” no veículo, fazendo com que ele decidisse acelerar de ré.
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Após o atropelamento, Anália foi internada. Segundo a família, ela quebrou a bacia e teve piora em seu quadro de saúde ao longo dos dias. Ela estava aguardando uma cirurgia, mas não resistiu. No domingo (05), quando o estado de saúde de Anália passou de regular para grave, a família contou que ela teve uma hemorragia. A idosa de 67 anos morreu na noite do mesmo dia.
Após o atropelamento, a família expressou o desejo de justiça pelo que aconteceu.
“Queremos que ele fique preso. Permaneça e pague pelo crime que ele fez”, disse a nora.
Caso segue em investigação.

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