Homem usava grupos no WhatsApp para vender diplomas falsos em Goiânia
A prisão ocorreu na Vila Concórdia, em Goiânia, no momento em que o indivíduo estava na porta de casa com diversos diplomas e certificados falsos prontos para serem entregues.

Policiais civis da Central Geral de Flagrantes de Goiânia prenderam, nesta quinta-feira (29), um homem acusado de comercializar certificados e diplomas falsificados de ensino médio, cursos técnicos e graduações universitárias, entre elas, medicina, direito e educação física.
As investigações revelaram que o suspeito promovia os documentos ilegais por meio de grupos no WhatsApp. Após atrair interessados, ele os direcionava para outro grupo onde as negociações eram concluídas. A prisão ocorreu na Vila Concórdia, em Goiânia, no momento em que o indivíduo estava na porta de casa com diversos diplomas e certificados falsos prontos para serem entregues.
Durante a operação, foram apreendidos diplomas universitários, certificados falsificados de uma escola estadual, históricos escolares e vários carimbos usados na produção dos documentos. O homem também utilizava um perfil falso no WhatsApp para se passar por outra pessoa e confessou os crimes aos policiais.
Valores
Segundo ele, os preços variavam de acordo com o curso: um diploma de medicina, por exemplo, era vendido por R$ 3.100, enquanto o de direito custava R$ 2.800. Os pagamentos eram feitos por meio de contas bancárias de terceiros, adquiridas de forma ilícita — conhecidas como contas "laranjas".
O suspeito foi autuado por falsificação de documentos públicos e particulares, além de falsa identidade, crimes previstos nos artigos 297, 298 e 307 do Código Penal. A Polícia Civil orienta a população a denunciar práticas ilegais que comprometam a segurança e a integridade da sociedade.

Irmãos de 9 e 4 anos são encontrados em situação de abandono em Goiás; veja vídeo
A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
Esposa revela que homem morto a tiros na frente da filha devia agiota; assista
Esiel Cavalcanti, de 38 anos, estava acompanhado da filha pequena quando foi baleado; esposa acredita que dívida pode estar por trás do crime











