Homem se passa por PM para "comer de graça" e "pegar mulheres"; veja vídeo
O indivíduo, natural do Pará e residente em Goiânia, mantinha uma coleção de uniformes da Rotam, Giro, COD , Choque e Batalhão Tático

A Polícia Militar de Goiás prendeu um homem de 27 anos que se passava por policial militar, utilizando diversas fardas de batalhões especializados e simulacros de armas de fogo para enganar pessoas, obter refeições gratuitas e conquistar mulheres. A farsa foi descoberta após uma denúncia anônima via WhatsApp.
O indivíduo, natural do Pará e residente em Goiânia há algum tempo, mantinha uma coleção de uniformes da Polícia Militar, incluindo fardas da Rotam (Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas), Giro (Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva), COD (Comando de Operações de Divisas), Choque e Batalhão Tático. Essas fardas eram cuidadosamente escondidas no lava a jato onde ele trabalhava e também morava.
Nas redes sociais, o falso policial ostentava as diferentes fardas, posando como se fosse um membro legítimo da corporação. Além disso, ele chegava a realizar abordagens simuladas, encenando situações policiais com vítimas que não desconfiavam de sua verdadeira identidade. O material dessas encenações era frequentemente postado em seus perfis online, contribuindo para a construção de sua imagem falsa.
A investigação que levou à sua prisão teve início com uma denúncia recebida pela Polícia Militar através do aplicativo WhatsApp. A informação detalhava as atividades suspeitas do homem, levando os policiais a agirem para verificar a situação.
Durante a abordagem, a polícia encontrou, além das diversas fardas, simulacros de duas pistolas e um fuzil. Fotos do suspeito em suas redes sociais o mostravam portando essas "armas de brinquedo". Munições também foram apreendidas no local.
Questionado pelos policiais, o homem confessou que utilizava a identidade falsa e os equipamentos para obter vantagens. Ele admitiu que seu principal objetivo era conseguir comer de graça em restaurantes e conquistar mulheres, utilizando a autoridade e o prestígio associados à profissão policial como meio para atingir seus fins.
Apesar de não possuir passagens anteriores pela polícia, o indivíduo agora responderá pelos crimes cometidos. Ele terá que prestar esclarecimentos à justiça sobre sua conduta e as motivações que o levaram a manter essa elaborada farsa por um período indeterminado.
A prisão do falso policial serve de alerta para a população sobre a importância de verificar a identidade de agentes de segurança em abordagens e a necessidade de denunciar atividades suspeitas às autoridades competentes.

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