Esquema familiar usava boate de fachada para o tráfico e exploração sexual
O tráfico, segundo os investigadores, acontecia nas proximidades de escolas e igrejas, o que agrava a gravidade dos crimes.

A Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) de Luziânia – 5ª DRP, deflagrou nesta terça-feira (23) uma operação que desarticulou um esquema criminoso familiar envolvido com tráfico de drogas e exploração sexual em Luziânia e Cidade Ocidental, com ramificações em Planaltina (DF). A ação contou com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar do Distrito Federal.
Cerca de 40 policiais participaram do cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, que resultaram na prisão em flagrante de cinco pessoas — três homens e duas mulheres. Um dos investigados tentou fugir escalando muros, mas foi localizado escondido atrás de uma máquina de lavar, em uma casa vizinha.
Boate era usada como fachada
De acordo com as investigações, uma boate em Luziânia funcionava como ponto central do grupo criminoso. No local, além de exploração sexual, ocorria a venda de drogas, em regime de revezamento entre os integrantes. A Polícia Civil pediu a interdição judicial imediata do estabelecimento. O tráfico, segundo os investigadores, acontecia nas proximidades de escolas e igrejas, o que agrava a gravidade dos crimes.
Drogas escondidas em parede
Durante as buscas, os agentes apreenderam porções de crack, cocaína e maconha, além de embalagens para a comercialização e munições de calibre .38. Em uma das casas, os policiais encontraram um esconderijo dentro da parede de um banheiro, atrás de um espelho, onde eram guardados os materiais ilícitos.
Os presos vão responder por tráfico de drogas, associação para o tráfico, rufianismo e posse irregular de munição.

Irmãos de 9 e 4 anos são encontrados em situação de abandono em Goiás; veja vídeo
A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
Esposa revela que homem morto a tiros na frente da filha devia agiota; assista
Esiel Cavalcanti, de 38 anos, estava acompanhado da filha pequena quando foi baleado; esposa acredita que dívida pode estar por trás do crime













