Empresário tinha armas para defesa pessoal, mas não pôde usar contra bandido
Bruno Bailão Lobo tinha apenas posse de armas e por isso só podia usá-las em casa ou no local de trabalho, por isso na hora da abordagem não teve como reagir.

A Polícia Civil apreendeu duas armas na casa do empresário do ramo de queijo Bruno Bailão Lobo, 40 anos, assassinado por volta das 6h30 de quinta-feira (15), com pelo menos seis tiros.
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A informação é de que as armas eram registradas e que Bruno só tinha posse de arma - ou seja, só tinha autorização para usá-las em casa ou no local de trabalho, por isso na hora da abordagem não teve como reagir.
A Polícia Civil já deu início às investigações, mas afirma que não há detalhes sobre a motivação e nem sobre quem pode ter cometido o crime. Uma das linhas de investigação é de execução, pois o bandido não levou pertences da vítima.
Imagens das câmeras de segurança mostram o momento em que o empresário desce de uma picape e segue rumo ao portão de casa. O assassino, que está escondido atrás de um caminhão, saca a arma, para na frente da vítima e atira seis vezes.
Em seguida, foge numa moto vermelha.
A Polícia Técnico-Científica realizou perícia no local e encaminhou o corpo ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de necropsia. Logo depois, o corpo foi liberado à família para os procedimentos fúnebres.

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