Bebê de 1 ano é torturada com cinzas de cigarro e espancada até a morte; mãe e padrasto presos
Corpo da bebê foi encontrado na manhã desta terça-feira (21), no Bairro Residencial Monte Pascoal, região oeste de Goiânia

A bebê Eloá Manoelly de Sousa, de 1 ano e 7 meses, foi encontrada morta com sinais de espancamento e tortura manhã desta terça-feira (21), no Bairro Residencial Monte Pascoal, região oeste de Goiânia. A Polícia Militar foi acionada após denúncia que aponta o padrasto como principal suspeito das agressões, com a mãe sob investigação por possível participação no crime.
O padrasto possui antecedentes criminais e usava tornozeleira eletrônica.
A denúncia do crime de violência extrema chegou às autoridades por meio da tia de Eloá. A familiar relatou ter encontrado a criança já sem vida e imediatamente levantou a suspeita de que o padrasto havia cometido o espancamento, com a mãe sob suspeita de ter participado ou sido omissa.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram deslocadas com urgência para o Residencial Monte Pascoal, na região Oeste da capital. Ao chegarem ao local, os militares constataram a gravidade da situação. Embora tenham iniciado os procedimentos de reanimação, a bebê não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada no local.
A cena no local da tragédia indicava a violência extrema sofrida pela pequena Eloá. O corpo da criança de 1 ano e 7 meses apresentava diversas e graves lesões que sugerem um quadro de tortura: queimaduras de cigarro visíveis pelo rosto, olho roxo com diversas lesões na face e presença de sangue ao redor da boca, além de outros ferimentos pelo corpo.
Um fator que chamou a atenção das autoridades é o histórico do padrasto, principal suspeito. O homem possui antecedentes criminais e estava, inclusive, utilizando tornozeleira eletrônica no momento em que a denúncia foi feita.
A mãe e o padrasto foram detidos e conduzidos à delegacia para prestar depoimento sobre a morte de Eloá. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso, confirmar a causa da morte e determinar a responsabilidade de cada um dos suspeitos pela agressão brutal. O corpo da criança foi removido para o Instituto Médico Legal (IML).

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A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
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