Amigos tocam funk em cemitério, um grava e o outro dança "de 4" sobre túmulo; veja vídeo
A juíza de Barro Alto, Ana Paula de Lima Castro, estipulou que o valor deveria ser pago em 10 parcelas de R$ 400 para Daniela Gouveia e Dione Vaz

Daniela Gouveia Santos e Dione Vaz Lemes Lima, que foram filmados dançando funk sobre o túmulo de uma criança no cemitério de Barro Alto, na região central de Goiás, foram condenados a pagar R$ 4 mil a uma instituição para pessoas com deficiência. O caso ocorreu em janeiro de 2023.
A juíza Ana Paula de Lima Castro estipulou que o valor deveria ser pago em 10 parcelas de R$ 400. A Justiça promoveu um acordo de não persecução penal, no qual os investigados devem renunciar ao proveito do crime, prestar serviços à comunidade, devolver o bem à vítima, pagar multa ou ajudar uma entidade social.
No vídeo, quatro pessoas aparecem caminhando no cemitério. No entanto, apenas Dione Vaz Lemes Lima e Daniela Gouveia Santos são vistos violando a sepultura. Dione está sobre o túmulo e Daniela grava, afirmando que seria uma “homenagem” a uma amiga. Eles tocam funk de cunho sexual e Dione começa a dançar.
A defesa dos suspeitos afirmou que a gravação foi feita “de forma impensada e sem nenhuma intenção em ofender e desrespeitar os mortos, tampouco seus familiares”. Ambos apresentaram publicamente pedidos de desculpas e afirmam que estão à disposição da Justiça. Eles foram soltos após pagarem fiança.
A violação ao túmulo ocorreu enquanto uma mulher velava um familiar próximo. A prisão aconteceu após várias pessoas verem o vídeo nas redes sociais e ligarem para a Polícia Civil. O crime de violar ou profanar sepultura tem pena de até três anos.
Veja o vídeo

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