Meliá encerra operações em Cuba amid an escalating crisis
A rede de hotéis Meliá deixa Cuba em meio a sanções dos EUA que afetam o setor de turismo.
A Meliá, uma das maiores operadoras hoteleiras em Cuba, anunciou a saída de sua operação na ilha, encerrando a administração de 15 hotéis. A decisão vem acompanhada por um agravamento da situação econômica e legal em Cuba, conforme relatado pela própria empresa.
O grupo hoteleiro, que está presente em Cuba desde 1990, informou que a retirada se deu por condições imprevisíveis que impactaram a viabilidade de suas operações. O comunicado foi enviado às autoridades regulatórias e aos proprietários em 26 de maio de 2026, com confirmação oficial agora em junho.
A pressão do governo dos Estados Unidos, sob o comando de Donald Trump, intensificou as dificuldades enfrentadas por empresas estrangeiras em Cuba. O bloqueio de petróleo e sanções mais rígidas têm gerado um impacto severo na economia cubana, afetando especialmente o setor de turismo.
Antes da Meliá, outras redes de hotéis, como Iberostar e Blue Diamond, também interromperam operações na ilha. A Iberostar, por exemplo, deixará de administrar 12 de seus 18 hotéis em Cuba, demonstrando uma tendência crescente de desinvestimento no setor.
A situação se torna ainda mais crítica, uma vez que a maioria dos hotéis da Meliá já estava fechada ou inativa antes da decisão final. O turismo em Cuba tem enfrentado desafios consideráveis, como a falta de energia e a queda na procura.
A Ilha Bela Gestão e Turismo, subsidiária da Meliá responsável pela administração dos hotéis, está agora organizando uma saída controlada das propriedades. Medidas estão sendo implementadas para manter fornecedores e clientes cientes das mudanças.










