Governo reavalia subsídio à gasolina após tensões no Oriente Médio
Ministro anuncia adiamento da retirada do subsídio devido à alta dos preços do petróleo
A situação escalada no Oriente Médio está impactando decisões econômicas do governo federal. O ministro Dario Durigan revelou que a retirada do subsídio à gasolina, inicialmente planejada, será adiada.
Os ataques dos Estados Unidos a alvos no Irã e a possibilidade de bloqueio no estreito de Hormuz aumentam as incertezas. O preço do petróleo, que já subiu para US$ 80, exige uma reavaliação do cenário, conforme o ministro.
Diante deste quadro, Durigan comunicou que o governo adotará cautela. A retirada do subsídio, que inicialmente ocorreria nesta semana, será reanalisada na próxima. O impacto dos preços da gasolina está se mostrando diferente do que havia sido previsto.
No contexto atual, o imposto de exportação sobre o petróleo, que está em 12%, será mantido. A decisão busca equilibrar o mercado em meio a constantes oscilações de preços.
As tensões no Oriente Médio não são novas, mas a intensificação dos conflitos afeta diretamente o fornecimento de petróleo em nível global. A retomada dos ataques dos EUA ao Irã gerou preocupações sobre o futuro do comércio de petróleo na região.
Em contrapartida, o governo já havia anunciado subvenções para o diesel e a gasolina em meses anteriores, incluindo um subsídio de R$ 0,89 por litro. No entanto, o cenário atual torna a estratégia de preços um verdadeiro desafio para os responsáveis pela economia.











