Copa do Mundo e o legado de engajamento nas empresas
Consultoria analisa como o clima da Copa pode ser aproveitado após o torneio.

A energia gerada pela Copa do Mundo não deve se dissipar após o apito final. Essa é a proposta de uma consultoria, que vê no evento uma oportunidade de transformar a adrenalina do torneio em comunidades internas nas empresas.
Estudos revelam que apenas 20% dos funcionários no mundo estão engajados. Isso representa um custo global de cerca de US$ 10 trilhões. No Brasil, o desengajamento pode gerar perdas anuais de até R$ 77 bilhões para as empresas.
A Copa cria interações espontâneas entre pessoas que geralmente não se comunicam. É um momento de união em torno de um objetivo comum, mas essa dinâmica não deve se restringir aos jogos. A consultoria Philos propõe que essa adesão espontânea se transforme em cultura organizacional duradoura.
A Philos sugere cinco ações para capturar esse engajamento. A primeira delas é substituir os tradicionais bolões por torcidas internas. Enquanto um bolão se esgota com a competição, grupos de interesse, como esportes ou sustentabilidade, podem prosperar além do torneio.
Essas comunidades internas servem para manter a chama do engajamento acesa. Elas possibilitam conexões significativas entre funcionários, fortalecendo a cultura organizacional. O verdadeiro legado está nas relações que se formam durante a Copa.
O futebol é apenas um gatilho. O desejo de pertencimento é o que realmente motiva as pessoas. Ao perceber essa dinâmica, as empresas podem criar um ambiente de trabalho mais coeso e engajado.












