Servidores são investigados por vender informações sobre mortos para funerária
Servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Lages, Santa Catarina, estão sendo investigados por suspeita de corrupção envolvendo repasse de dados de óbitos

Servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Lages, Santa Catarina, estão sob investigação do Ministério Público. A suspeita é de que eles estariam recebendo propina de uma funerária para repassar informações sobre óbitos na cidade.
A apuração é parte da Operação Thánatos, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MP-SC (Ministério Público de Santa Catarina). A operação ocorreu na manhã de quarta-feira, com a execução de nove mandados de busca e apreensão.
A investigação resultou na apreensão de R$ 80 mil em espécie, embora o número exato de servidores envolvidos e suas identidades não tenham sido divulgados. Isso impossibilita o contato da reportagem com as defesas dos suspeitos.
Dados estavam sendo compartilhados por profissionais da única UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do município, além de informações do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e do Hospital e Maternidade Tereza Ramos.
Transferências bancárias foram detectadas, indicando um padrão de propina, com valores ainda não revelados. As investigações apontam para crimes de corrupção ativa e passiva, envolvendo tanto o oferecimento quanto o recebimento de vantagens indevidas.
O envio antecipado de informações sobre óbitos permitia que a funerária contatasse as famílias antes de seus concorrentes. Isso gerava vantagem na contratação dos serviços, ferindo a legislação municipal que regula o rodízio de serviços funerários em Lages, conforme a Lei n.º 138/2003.

Câmera registra momento em que Toro conduzida por adolescente bêbado atinge casal; veja
A caminhonete teria avançado o sinal vermelho e atingido a motocicleta. Com a força da batida, o casal foi arremessado e ficou gravemente ferido.

Eleição de presidente na Assembleia de Deus termina em pancadaria; assista
Briga teria começado após a derrota de um candidato apoiado pelo irmão do pastor Gedeão; caso ganhou repercussão nas redes sociais










