Rogério Cruz não "paga" e maternidades "fecham as portas" em Goiânia
Conforme apurado, estariam faltando insumos básicos, alimentação foi impactada, além de atrasos de salário dos funcionários nas unidades Dona Íris, Célia Câmara e Nascer Cidadão

As três maternidades de Goiânia, Dona Íris, Célia Câmara e Nascer Cidadão, comunicaram que os atendimentos eletivos, aqueles não considerados urgentes estão suspensos, ou seja, o cidadão que procurar uma dessas unidades de saúde para consultas não serão atendidos.
Conforme apurado, estariam faltando insumos básicos para atendimentos dos pacientes, alimentação também foi impactada, além de atrasos de salário dos funcionários.
De acordo com a Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundahc), que administra as maternidades, a prefeitura de Goiânia não tem feito os repasses financeiros para manutenção das unidades de saúde, o que inviabiliza a continuidade dos atendimentos eletivos, os atendimentos agendados, não considerados de emergência.
Assim, os cidadãos que tentarem agendar consultas e exames não serão atendidos até que a prefeitura regularize os pagamentos e a Fundahc possa arcar com as contas dessas unidades de saúde.
Conforme apurado, os atendimentos de urgências e emergências continuam sendo atendidos, mas no caso de novas internações, consultas e exames agendados não serão atendidos. Até mesmo o teste do pezinho nessas maternidades serão afetados. Apenas os bebês que já estão internados passarão pelo teste, mas agendamentos de outras unidades não serão realizados.
Exames como ultrassonografia, mamografia, consultas com especialistas, entre outros, não serão realizados. O banco de leite também é impactado, recolhimentos agendados não serão feitos.
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Em nota, a Fundahc informa que foi enviado um ofício da diretoria executiva para a Secretaria de Saúde de Goiânia na última terça-feira (27) comunicando a suspensão dos serviços eletivos e da limitação nas internações de urgências. Incluindo também a possibilidade de transferências de pacientes internados para outras unidades por meio da Central de Regulação.
Segundo funcionários, as maternidades não receberão nem mesmo mais pacientes por meio da regulação, já que há falta de insumos básicos e até mesmo comida nessas unidades de saúde.
Eles relatam que ainda não há falta de comida, mas devido à crise financeira a qualidade da alimentação foi afetada.

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