Professores recusam proposta para aumentar piso em 10% e greve continua na Capital
Os servidores recusaram a oferta que aumentava o piso da categoria em 10,16% agora em abril e reajuste de 50% para o auxílio locomoção, sem retroativo a janeiro.

Os professores da rede municipal de Goiânia não aceitaram a proposta da prefeitura e decidiram manter a greve que já dura 21 dias. A decisão foi tomada durante assembleia-geral na manhã desta segunda-feira (04), no Cepal do Setor Sul.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Goiás (Sintego), a Prefeitura de Goiânia apresentou em audiência o compromisso de pagar as datas-bases de 2020 e 2021 (9,32%). Já em abril e maio pagar referente a 2022 (10,16) e um reajuste no Auxílio Locomoção de R$ 250 para os servidores que atuam no administrativo.
Para os professores a proposta foi o piso de 10,16% agora em abril, reajuste de 50% para o auxílio locomoção, sem retroativo a janeiro. No entanto, os servidores foram contra o acordo.
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Agora, o Sintego deve se reunir novamente com a equipe da Secretaria Municipal de Educação para buscar uma saída para a crise.
A secretaria ainda não se posicionou sobre a decisão.
A paralisação
A greve começou depois dos profissionais rejeitarem a proposta da Prefeitura de Goiânia de conceder 7,5% de reajuste no piso salarial dos professores. A categoria cobra o pagamento de 33,2%, valor aprovado pelo Governo Federal em janeiro.
Outra reivindicação é o pagamento da data-base (recomposição salarial em decorrência da inflação) aos servidores administrativos referentes aos anos de 2020 e 2021.

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