Professores aceitam reajuste salarial de 20% e encerram greve em Aparecida
Representante do Sintego se reuniu com o prefeito Gustavo Mendanha, nessa sexta-feira (18), para discutir sobre o reajuste salarial da categoria, data-base dos administrativos e outros benefícios.

Servidores da Educação de Aparecida de Goiânia (21 km da Capital) entraram em acordo com o Executivo municipal, em assembleia realizada nessa sexta-feira (18), aceitaram reajuste proposto de 20% e encerraram a greve, que começou na semana passada.
O Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sintego) pediam reajuste de 33,24%, indicado pelo Governo Federal, porém, durante as negociações com o prefeito Gustavo Mendanha decidiram aceitar a oferta de 20%.
O aumento salarial de 20% será para os professores de diferentes níveis da carreira, sendo 10% pagos de forma retroativa à 1º de janeiro e 10% a partir da folha de pagamento de maio.
Embora tenha aceitado o reajuste, o Sintego afirma que pretende buscar na Justiça a diferença do reajuste de 13,24%.
Além do aumento salarial, a rodada de negociação entre Prefeitura e o Sintego também fechou acordo para que a Secretaria Municipal de Educação volte a lançar o benefício do quinquênio – adicional por tempo de serviço – que estava suspenso em razão da Lei Federal Complementar 173. A legislação proibia as prefeituras de concederem benefícios até 31 de dezembro de 2021 em virtude da pandemia.
Outro ponto acertado foi a recomposição salarial (data-base) dos servidores administrativos da Educação municipal, que deverá ser paga também a partir de maio.
“A gestão do prefeito Gustavo Mendanha segue cumprindo o compromisso de pagar a data base de todos servidores e isso demonstra também a gestão fiscal de excelência em honrar os compromissos com servidores e fornecedores”, destacou o secretário da Fazenda, André Rosa.
Todas as reivindicações da categoria passaram por estudo de impacto orçamentário.
O secretário ainda acrescentou que a prefeitura tem consolidado diálogo com todas as categorias. “Uma marca da nossa atual gestão é o diálogo permanente que temos tido com todas as categorias. Só assim a gente consegue avançar nas propostas e negociações", concluiu.
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Com a iniciativa dos profissionais, a Secretaria Municipal de Educação (SME) ainda não contabilizou quantas escolas aderiram à greve, mas ressaltou que 110 mil alunos podem ser prejudicados pela greve.
Os servidores se reuniram em frente ao Paço Municipal e seguiram em passeata e carreata até à nova sede da Assembleia Legislativa (Alego), onde reivindicaram o aumento de 33,24% no piso salarial dos magistrados, referente ao percentual aprovado pelo Governo Federal em janeiro. A categoria pede o "aumento" não apenas para quem ganha abaixo do piso salarial, mas aplicado na carreira.

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