Possíveis sucessores na política goiana: TJ-GO e Câmara de Goiânia em foco
A sucessão no governo e na prefeitura de Goiânia pode envolver nomes como Leandro Crispim e Anselmo Pereira, devido ao calendário eleitoral

A discussão sobre a sucessão no governo de Goiás e na prefeitura de Goiânia ganhou força. O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, Leandro Crispim, e o vereador Anselmo Pereira (MDB) estão entre os nomes cogitados. Isso se deve a movimentações políticas e ao calendário eleitoral.
Com a saída do governador Ronaldo Caiado (PSD) para concorrer a outros cargos, o vice Daniel Vilela (MDB) assumiu temporariamente. A linha sucessória segue com o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto (UB), que pode não assumir devido a riscos de inelegibilidade. A Lei de Inelegibilidade estabelece que quem assume cargo no Executivo a seis meses da eleição pode ser impedido de concorrer.
Se Peixoto não assumir, a responsabilidade cairia sobre Leandro Crispim. Contudo, se ele também não puder assumir, a Constituição do Estado não prevê um substituto imediato. Haveria a necessidade de encontrar uma solução para manter o governo funcionando.
No cenário de Goiânia, a vice-prefeita Coronel Cláudia Lira (Avante) tem planos de se candidatar a deputada federal. Isso a impede de assumir a prefeitura nos próximos meses. O presidente da Câmara, Romário Policarpo (Avante), também deve disputar as eleições, o que abre espaço para Anselmo Pereira.
A Constituição prevê que, na ausência do prefeito e do vice, o próximo na linha de sucessão é o presidente da Câmara, seguido pelo vice-presidente. Se ambos estiverem fora, Anselmo Pereira assumiria o cargo, o que reforça sua posição na política local.
Essas movimentações revelam um cenário político dinâmico em Goiás. A atenção agora está voltada para o desenrolar das eleições e suas implicações na sucessão de cargos chave no estado e na capital.

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