Mulher de personal nega estupro e diz que sexo com morador de rua foi “divino”
Enquanto o marido afirma o estupro e diz que a mulher estava em “surto”, ela relata que o sexo foi consentido e sentiu que o propósito era ajudar aquele homem.

O flagrante de traição que o personal trainer Eduardo Alves, 31 anos, deu ao encontrar a esposa fazendo sexo com um morador de rua no Setor Jardim Roriz, em Planaltina (259 km da Capital), na madrugada da última quinta-feira (10), ganha novas “versões” após depoimento dos três envolvidos na delegacia.
Enquanto o personal relata que a esposa foi estuprada, já que estaria sofrendo um “surto psicótico” e não teria condições de consentir o sexo, ela, a esposa, afirma que a relação foi consentida e que “sentiu” ser o propósito dela “ajudar” aquele homem.
O morador de rua disse que a mulher se aproximou do carro e o chamou para “brincar”.
Versão de Eduardo
Na delegacia, Eduardo relatou que apesar de a esposa afirmar que o sexo foi consentido, o ato foi “violência sexual”, já que a mulher, que faz tratamento médico, teria sofrido o “surto” e não teria condições de consentir o sexo, de tal forma, ele aponta que não se trata de um caso de “traição extraconjugal”, mas sim de estupro.
Versão da mulher
Já a mulher teria relatado que foi com a sogra entregar doações ao morador de rua e que durante a ação (ela) sentiu vontade de dar um abraço nele. Em seguida, ainda segundo a esposa do personal, o homem pediu para fazer carinho nos pés dela e, nesse momento, “sentiu uma coisa tão boa”.
A troca de carícias na rua teria dado início a um beijo entre os dois ainda na frente da sogra dela, que chegou a se assustar e advertir a nora, que respondeu: “É o meu propósito, deixa eu receber o meu propósito”, momento em que a testemunha foi embora.
Ainda segundo o relato, a mulher diz que começou a ter visões de que naquele momento estaria na presença de Deus, que estaria recebendo orientação divina àquele propósito, e que por diversas vezes olhava para o morador de rua e enxergava o marido.
Depois do beijo, o morador de rua e a mulher entraram no carro dela e procuraram um lugar “escuro e deserto para ficarem juntos” e estacionaram o carro próximo ao Centro de Ensino Fundamental Paroquial, onde Eduardo deu o flagrante.
Versão do morador de rua
A terceira versão, dada pelo morador de rua, relata que a mulher chegou de carro na região, pediu para que ele se aproximasse e disse: “Vamos brincar?”. Então. Ele entrou no carro, seguiram para um local mais deserto, onde tiveram a relação.
Algum tempo depois, ainda segundo o morador de rua, enquanto já estava nu em meio ao ato sexual um “homem bravo invadiu o veículo” e deu início à briga.
(Com informações do portal Metrópoles).

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