MP "fecha" clínica que mantinha dependentes químicos "presos" e usava remédios proibidos
A ação teve parceria com a 5ª Delegacia Distrital, Polícia Militar, Vigilância Sanitária, Gerência de Saúde Mental e Assistência Social e o Conselho Regional de Medicina (Cremego), em Anápolis

Em fiscalização realizada nesta quinta-feira (20), com a participação da 9ª Promotoria de Justiça de Anápolis (Curadoria da Saúde), 67 dependentes químicos que estavam internados em uma clínica de reabilitação na cidade foram "liberados". A ação teve parceria com a 5ª Delegacia Distrital, Polícia Militar, Vigilância Sanitária, Gerência de Saúde Mental e Assistência Social e o Conselho Regional de Medicina (Cremego).
A rede de apuração e planejamento também conseguiu que o local fosse interditado por conta de uma série de irregularidades sanitárias e também por manter dezenas de pessoas internadas de maneira involuntária. O promotor de Justiça Marcelo de Freitas, titular da 9ª Promotoria de Justiça de Anápolis, descreveu o que foi encontrado na unidade:
“No local foram flagradas práticas hospitalares e odontológica irregulares, além de medicamentos proibidos e controlados, alguns destes últimos sem receituário médico”.
Segundo Freitas, investigações e ações fiscalizatórias em entidades que se autodenominam "clínicas terapêuticas" serão uma prioridade do Ministério Público local.

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