Motorista de ônibus não teve culpa em acidente que matou escrivã, diz polícia
Conforme a delegada Caroline Paim, o ônibus parou para que as pessoas descessem. Zenaide abanou a mão enquanto corria, mas o motorista não a viu.

De acordo com a Polícia Civil, o motorista do ônibus não teve culpa no acidente que matou a escrivã aposentada Zenaide Moreira Caldas, de 70 anos. Ela se desequilibrou na calçada, caiu embaixo do veículo e foi atropelada, na plataforma do BRT, na Praça Cívica, em Goiânia. O acidente aconteceu na quinta-feira (13).
Conforme a delegada Caroline Paim, o ônibus parou para que as pessoas descessem. Zenaide abanou a mão enquanto corria, mas o motorista não a viu. “O motorista permaneceu no local. Inclusive, ele estava muito abalado pelo que tinha acontecido. Ele estava trabalhando, não estava em alta velocidade. Até o momento, está tudo correto”, afirmou Caroline Paim durante coletiva de imprensa.
O motorista do ônibus parou logo que percebeu o impacto. A delegada disse ainda que ninguém foi ouvido até o momento, mas que a PC deve falar com as testemunhas apresentadas na ocorrência. Durante as investigações, será apurado se há responsabilidade civil por parte da empresa que executou o projeto do ponto de ônibus.
Em nota, a empresa responsável pelo ônibus envolvido no acidente lamentou a fatalidade e informou que está cooperando com as investigações. "A Rápido Araguaia lamenta profundamente o acidente e informa que está cooperando com as investigações junto às autoridades competentes ao caso".

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