Menino de 7 anos leva três chutes da professora e chega em casa com inchaço e hematoma no bumbum; veja vídeo
Caso ocorreu na Escola Municipal Joaninha Darque, em Palmelo, onde a direção da escola informou que a acusada foi imediatamente afastada e que o caso segue em investigação e que o caso segue em investigação

Um episódio chocante e preocupante ocorreu na Escola Municipal Joaninha Darque, em Palmelo, onde um menino de apenas 7 anos, diagnosticado com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, foi agredido, com três chutes, pela sua professora de apoio e chegou em casa com inchaço e hematoma no "bumbum". A mãe do garoto, Isabela, denunciou o caso à polícia, que já está investigando as circunstâncias das agressões.
O abalo emocional causado pela agressão não afeta apenas a criança, mas também a mãe, que sofre ao ver o filho, que deveria estar em um ambiente seguro para aprender, voltar para casa machucado. O menino apresentou um inchaço e um hematoma no bumbum, conforme mostra o relatório médico, que indicou que ele sentia dor ao tocar a região afetada.
"Pra ir pra escola, pra ser cuidado, pra aprender coisas boas, que não sejam sobre agressões, isso é inadmissível", desabafou Isabela, expressando a dor de mães que têm filhos com necessidades especiais.
Detalhes da agressão
De acordo com relatos dos pais e informações contidas no documento enviado pela direção da escola, o garoto estava na sala de coordenação acompanhado da professora de apoio, quando a agressão ocorreu. O relatório descreve que a professora empurrou o aluno ao chão e o agrediu com três chutes.
Durante a confusão, o menino conseguiu dar um chute na canela da professora, sendo assim contido pela coordenadora pedagógica, que interveio para parar as agressões.
A direção da escola comunicou imediatamente o ocorrido à mãe do menino. Isabela não hesitou e, após o incidente, registrou um boletim de ocorrência na delegacia, destacando o fato de que seu filho, devido a crises relacionadas ao seu transtorno, havia recebido suporte da professora de apoio por cerca de um mês.
"Meu filho ficou nervoso, e a maneira como ela decidiu lidar com isso foi jogá-lo no chão", explicou a mãe.
O delegado Elton Fonseca, que está à frente da investigação, confirmou que um processo para apurar os fatos está em andamento. O Conselho Tutelar também se manifestou sobre o caso, afirmando que está tomando todas as medidas necessárias para proteger a criança e já encaminhou o caso ao Ministério Público.
Incidente ocorreu em uma sala sem câmeras de segurança, apenas nos corredores da escola havia filmagens. No entanto, testemunhas relataram os eventos, e sua documentação será crucial para a apuração dos fatos.
A Secretaria de Educação de Palmelo afirmou que a professora de apoio foi afastada imediatamente e informou que o aluno está sendo assistido por uma professora pedagoga e uma psicopedagoga. Essa assistência é um passo importante para garantir que a criança tenha o suporte necessário, especialmente em um momento tão delicado.

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