Justiça manda soltar Cacai Toledo, acusado pela morte de Fábio Escobar
Segundo a Polícia Civil, Fábio Escobar foi assassinado por vingança após denunciar desvios de dinheiro na campanha eleitoral de Cacai Toledo em 2018.

O ex-auxiliar do governo estadual e ex-presidente do antigo DEM, em Anápolis, Carlos César Savastano de Toledo, conhecido como Cacai Toledo, pode ser solto a qualquer momento, após três juízes da 1ª Vara Criminal de Anápolis determinarem a soltura dele. Cacai foi preso sob suspeita de ser o mandante do assassinato do empresário Fábio Escobar.
A decisão dos juízes atende um pedido da defesa de Cacai. Os magistrados alegaram que os demais acusados tiveram as prisões preventivas revogadas, que "o perigo para a instrução processual deixou de existir e que monitoramento eletrônico se apresenta adequado para o acompanhamento das atividades dos réus".
Cacai havia sido preso em junho, depois de ficar sete meses foragido da Justiça goiana. A decisão é assinada pelos juízes Samuel João Martins, Georges Leonardis Gonçalves dos Santos e Nathália Bueno Arantes da Costa.
Segundo a Polícia Civil, Fábio Escobar foi assassinado por vingança após denunciar desvios de dinheiro na campanha eleitoral de Cacai Toledo em 2018. Em fevereiro deste ano, a defesa de Cacai disse "não haver indícios de que ele seja o autor do crime e que a investigação foi concluída sem que todos os elementos pudessem ser checados".
A defesa informou que aguarda a expedição do alvará de soltura.

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