Justiça alemã reconhece inocência de goianas e determina indenização
O valor da indenização ainda será discutido no processo, mas a Corte decidiu que cada uma não pode receber menos de R$ 15 mil, ou seja, cerca de 2.850 euros, na cotação desta terça-feira (5), por cada dia em que ficaram presas.

A Justiça da Alemanha determinou que o Estado de Hessen pague indenização, de no mínimo R$ 30 mil (R$ 15 mil, cada), às goianas Kátyna Baía e Jeanne Paolini por terem sido presas injustamente por tráfico internacional de drogas em 5 de março do ano passado.
As duas, que são casadas, ficaram 38 dias presas em Frankfurt sob a acusação de levarem 40 kg de cocaína na bagagem.
No entanto, uma investigação da Polícia Federal do Brasil apontou que traficantes montaram um esquema no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, que trocavam as etiquetas das bagagens de passageiros e no curso das investigações ficou provado que as malas com o entorpecente não eram delas.
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O casal embarcou para férias de 20 dias na Europa. Elas viajariam por Alemanha, Bélgica e Holanda, em comemoração da conclusão da residência veterinária que Paolini fazia na UnB (Universidade de Brasília).
O valor real da indenização ainda será discutido no processo, mas a Corte decidiu que cada uma não pode receber menos de R$ 15 mil, ou seja, cerca de 2.850 euros, aproximadamente R$ 15,3 mil, na cotação desta terça-feira (5), por cada dia em que ficaram presas.
O processo criminal contra as goianas na Justiça da Alemanha foi encerrado em dezembro do ano passado.

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