Jovem diz que "pobres" não têm educação para frequentar; influencer responde: “Cultura é direito”; assista
A tradicional Pecuária de Goiânia, pela primeira vez em mais de 60 anos, abriu suas portas gratuitamente ao público em 2025, uma decisão tomada pelo prefeito Sandro Mabel

A tradicional Pecuária de Goiânia, pela primeira vez em mais de 60 anos, abriu suas portas gratuitamente ao público em 2025, uma decisão tomada pelo prefeito Sandro Mabel (UB) que resultou, principalmente, em aplausos pela atitude. No entanto, uma jovem criticou como o evento foi realizado e disse que "os mais humildes" não tem educação. Revoltado, o influencer José Diogo Cotrim postou um vídeo respondendo à crítica e ganhou a aprovação dos internautas.
A jovem, que também se manifestou pelas redes sociais, expressou desaprovação ao afirmar que "o povo mais humilde do estado não tem educação suficiente" para participar da festividade. Em sua crítica, ela sugeriu que um valor simbólico de R$ 60 fosse cobrado para filtrar o público.
Tais comentários reavivaram debates sobre elitismo e acesso a eventos culturais.
José Diogo Cotrim não tardou a compartilhar seu ponto de vista, veementemente contrariando a opinião da jovem. Em um vídeo que já soma quase 3 milhões de visualizações, ele destacou que o fato da Pecuária contar com entrada livre neste ano deveria ser celebrado e não encarado como uma oportunidade para discriminação social.
“No passado, mesmo com o evento lotado, não havia tantas críticas. Entretanto, agora que aqueles que normalmente não teriam condições financeiras para participar têm essa chance, surgem comentários sobre falta de educação”, enfatizou o influencer, suscitando que a discussão vai além da capacidade do evento e reflete atitudes preconceituosas.
José fechou sua mensagem com um poderoso lembrete: “Cultura não é mercadoria, é direito”, reafirmando que oportunidades culturais devem ser acessíveis a todos, independentemente de classe social ou renda.
O vídeo de Cotrim tem recebido maciço apoio online. Diversos comentários elogiaram sua postura, enquanto outros usuários criticaram a visão elitista da jovem.
Uma internauta comentou incisivamente: “Se ela estava achando ruim, que pagasse um camarote”. Outro comentário viralizou ao afirmar que Goiânia tem uma divisão marcante entre as aparências e as condições socioeconômicas reais: “Goiânia é um estado elitista, de pobres premium que frequentam esses bares bregas e se acham ricos”.

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