Influencer alega perseguição após expor suposta agressão de advogado contra a ex; veja vídeo
Após tornar os casos públicos, Cleitin publicou um vídeo mais recente no qual Alan aparece no estacionamento de um shopping em Goiânia.

O influenciador digital conhecido como Cleitin Mil Graus usou as redes sociais para denunciar uma suposta perseguição por parte do advogado Alan Araújo Dias, após publicar vídeos que mostram o jurista supostamente agredindo sua então companheira. O caso ganhou repercussão após Cleitin divulgar imagens de um homem, que seria Alan, puxando uma mulher pelos cabelos em via pública.
Em outro vídeo, embora os rostos não sejam visíveis, é possível ouvir o nome do advogado durante uma discussão entre um homem e uma mulher dentro de um carro. Segundo a denúncia, seria Alan ameaçando provocar um acidente — as imagens teriam sido registradas pela própria vítima.
Após tornar os casos públicos, Cleitin publicou um vídeo mais recente no qual Alan aparece no estacionamento de um shopping em Goiânia, filmando o influenciador com o celular em mãos. Cleitin, que estava dentro do carro, afirma que a atitude foi uma tentativa de intimidação por parte do advogado. (Veja o vídeo no final da reportagem)
Conflito jurídico
Alan Araújo também se manifestou nas redes sociais e afirmou estar sendo alvo de ataques devido a um processo judicial vencido contra a advogada Jordane Mota, representante legal de Cleitin. O advogado atualmente defende a atual companheira do policial militar Lucas Bandeira, ex-companheiro de Jordane. Por decisão judicial, Jordane está proibida de se aproximar da nova parceira de Lucas por perseguição e ameaça.
Primeira denúncia
De acordo com a publicação inicial, a mulher que aparece nas imagens denunciou Alan Araújo Dias por agressões físicas. Em um dos vídeos, é possível vê-la sendo arrastada pelo chão em uma cena descrita por testemunhas como de extrema violência. Informações apontam que Alan já possui uma condenação com base na Lei Maria da Penha, na Comarca de São Paulo.
Ainda segundo as publicações, a vítima solicitou medidas protetivas de urgência, e o advogado agora responde criminalmente por diversos crimes relacionados à violência doméstica. Caso seja novamente condenado, Alan poderá ser excluído dos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), uma vez que, conforme o Estatuto da Advocacia, a prática de violência contra a mulher configura falta de idoneidade moral — um dos critérios essenciais para permanência na entidade.

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