Homem que assinou o próprio pai com tiro na cabeça por causa de Hilux pregava em igreja

Flávio Lourenço, conhecido como “Flávio do Bolo”, preso sob a acusação de assassinar seu próprio pai, o servidor administrativo da Polícia Civil, João Lourenço de Oliveira, de 64 anos, era um membro ativo de uma igreja evangélica na região.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram Flávio em momentos de pregação para fiéis, bem como conteúdos gravados para a internet, onde ele compartilhava mensagens religiosas.
O contraste entre sua atuação pública como pregador e a natureza do crime tem causado profunda comoção e incredulidade em cidades como Bela Vista de Goiás, Goiânia e Trindade.
Em um depoimento que causou repulsa pela frieza, Flávio detalhou à Polícia Civil como planejou e executou o crime.
Segundo o relato do próprio acusado, tudo teria começado por um desentendimento banal envolvendo a caminhonete de seu pai.
Durante a discussão, Flávio, que já portava uma arma de fogo, disparou contra a cabeça de João Lourenço no momento em que a vítima estava sentada em uma cadeira.
Após o homicídio, a frieza do acusado prosseguiu: ele teria envolto o corpo do pai em lençóis e tapetes, arrastando-o até o veículo para ocultar o cadáver. O corpo de João Lourenço foi descartado em uma vala, em uma área de mata situada na divisa entre Goiânia e Trindade.

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A caminhonete teria avançado o sinal vermelho e atingido a motocicleta. Com a força da batida, o casal foi arremessado e ficou gravemente ferido.

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