Goiás registra 5 mortes causadas pelo vírus da gripe; quatro em apenas 11 dias
SES confirmou na tarde desta terça-feira (18), a quinta morte em 2023 por Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag)

Governo de Goiás confirmou, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES), confirmou na tarde desta terça-feira (18), a quinta morte em 2023 por Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), provocada pelo vírus da Influenza. A vítima se trata de uma mulher de 43 anos, sem doenças preexistentes, residente da cidade de Iporá (225km da Capital).
De acordo com a SES-GO, exames de laboratório apontaram que a mulher foi vítima do Influenza tipo A subtipo H1N1.
Conforme a Superintendente de Vigilância em Saúde, Flúvia Amorim, é uma mulher que tem entre 40 e 49 anos. Ela explica que a pasta investiga se a mulher possuía comorbidades que possam ter potencializado a doença.
A primeira vítima, uma criança de 5 meses de idade, morreu em fevereiro, em Goiânia.
No último dia 8, foi registrada a segunda morte pelo vírus da gripe, provocada pela Influenza B e vitimou fatalmente um jovem, 15 anos, morador de Goiânia.
A terceira morte foi registrada na sexta-feira (14), a vítima, 20 anos, era moradora de Senador Canedo, Região Metropolitana de Goiânia. O quarto caso fatal de morte causada pelo vírus da gripe.
A quarta ocorreu em Formosa, e atingiu uma criança de apenas 2 anos nessa segunda-feira (17).
Com mais essa confirmação, Goiás chega a 5 mortes causadas pelo vírus da gripe, sendo quato vítimas fatais entre os dias 7 e 18 de abril, ou seja, espaço de 11 dias.
Para Flúvia, é necessário que o público alvo da campanha de vacinação comece a procurar os pontos de imunização para receber a dose, diminuindo as chances de novas vítimas serem registradas. Atualmente, o estado vive uma baixa procura pelo imunizante.
Segundo a SES, o público alvo é formado por pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas, crianças de 6 meses a 6 anos, professores, pessoas com comorbidades, trabalhadores do transporte coletivo, portuários, profissionais das forças de segurança e salvamento e das Forças Armadas, servidores do sistema carcerário, população privada de liberdade e adolescentes que cumprem medida socioeducativa.
“Neste momento, a gente precisa prioritariamente vacinar as pessoas que têm um maior risco de ter formas mais graves. Temos até o dia 31 de maio para vacinar esses grupos prioritários. Sendo possível, a gente pode ampliar para outros grupos. A validade desta vacina vai até o ano que vem”, explicou.

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