Ex-testemunhas de Jeová reúnem documentos para processar cúpula da religião no Brasil; veja relatos
Um relato recorrente entre dissidentes é que a igreja obriga fiéis a abandonarem familiares e amigos que desistem da religião

Antigos seguidores da religião das Testemunhas de Jeová vêm juntando documentos pra processar a organização que gere a comunidade no Brasil. As acusações envolvem acobertamento a pedofilia, pressão para que não façam faculdade, humilhação pública e até mesmo o veto a transfusões de sangue, mesmo que isso resulte na morte do fiel. Entre eles, é comum o relato de que a igreja força o abandono completo de amigos e familiares que decidem deixar a doutrina.
Um relato recorrente entre dissidentes é que a igreja obriga fiéis a abandonarem familiares e amigos que desistem da religião. Em 2021, o ostracismo imposto aos ex-integrantes levou a Noruega a cancelar o registro da igreja no país. Embalados pela decisão norueguesa, os dissidentes querem que o mesmo ocorra aqui.
Procurada pelo portal UOL, a igreja disse que as denúncias de pedofilia não são acobertadas; que "educação bíblica é mais importante que a escolar"; que "os adeptos devem limitar o contato com a pessoa que é removida da congregação"; e que a recusa à transfusão de sangue é "instrução bíblica".

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