Ex acusa Marussa Boldrin de violar medidas judiciais e invadir casa; funcionário diz que "chaves sumiram"
De acordo com o relato de Sinomar, o caso foi registrado na última quinta-feira (1º), quando a deputada supostamente entrou na casa duas vezes, descontrolada, esmurrando portas e procurando pelo ex

Em um desdobramento inesperado do já conturbado processo de separação entre a deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO) e seu ex-marido Sinomar Júnior, o antigo superintendente da Secretaria de Esporte e Lazer de Goiás divulgou, neste domingo (04), uma nota em que acusa a parlamentar de ter violado duas medidas judiciais impostas durante seu divórcio.
A situação teve início uma semana após Marussa ter tornado pública uma denúncia de agressão contra Sinomar, ação que, até então, mobilizou tanto a opinião pública quanto diversos setores do governo e da sociedade civil em apoio à deputada. No entanto, a nova nota divulga que Marussa teria invadido a residência onde Sinomar reside em Rio Verde, desrespeitando uma medida protetiva que ela própria havia solicitado.
Tal medida pretendia assegurar que ambos não se aproximassem ou mantivessem qualquer contato, a menos que a cautela fosse judicialmente removida.
De acordo com o relato de Sinomar, os incidentes remontam à última quinta-feira (1º), quando a deputada supostamente entrou na casa duas vezes. Na primeira ocasião, Marussa teria buscado por Sinomar, contra as restrições impostas. Após sair, ela ainda teria retornado, dessa vez acompanhada de duas pessoas que teriam permanecido no carro enquanto ela tentou acessar a residência de forma mais agressiva.
Durante esta segunda tentativa, é alegado que ela “esmurrou” a porta, exigindo que as funcionárias da casa revelassem o paradeiro de seu ex-marido, que não estava presente no momento.
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A situação escalou a ponto de a Polícia Militar ser acionada para intervir. Contudo, Marussa teria deixado o local rapidamente ao saber da chegada de uma viatura, segundo o comunicado. Os advogados de Sinomar também alegam que, após esse tumulto, um dos prestadores de serviço da residência reportou o desaparecimento de algumas chaves, insinuando que a deputada poderia ter cometido tal ato.
A resposta da deputada a essas acusações ainda não foi divulgada, e espera-se que suas declarações possam esclarecer ou rebater as alegações feitas por seu ex-parceiro.

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