Estátua da Havan vira cinzas em Valparaíso e Luciano Hang dispara: "Crime organizado"
Ataques ocorreram simultaneamente em Goiás, Rio de Janeiro, Maranhão e Rio Grande do Norte

A madrugada da última quinta-feira (9) foi marcada por um episódio de vandalismo com contornos de operação coordenada na unidade da Havan em Valparaíso de Goiás. A Estátua da Liberdade, símbolo da rede, foi incendiada praticamente no mesmo horário em que outros três monumentos da empresa eram atacados em pontos distantes do país.
O empresário Luciano Hang utilizou as redes sociais para denunciar o que chamou de "ataques terroristas". Além da unidade no Entorno do Distrito Federal, as lojas de Natal (RN), São Luís (MA) e São Pedro da Aldeia (RJ) também foram alvos de ataques incendiários. Para Hang, a precisão dos horários afasta a hipótese de vandalismo isolado e aponta para uma articulação do crime organizado.
Em vídeo, o dono da rede relembrou que este não é um caso isolado e que unidades em cidades como Porto Velho (RO) e Petrolina (PE) já sofreram com ataques similares. "Isso não é coincidência. Isso é crime organizado! Qual é a intenção por trás disso?", questionou o empresário, cobrando maior rigor na responsabilização dos autores.

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