Em meio a ameaças de ataques do PCC, polícia penal de Goiás recebe coletes antibalísticos
Equipamento de segurança e proteção individual, os coletes antibalísticos ajudam a absorver o impacto e reduzir ou impedir a penetração no corpo de projéteis de armas de fogo e estilhaços de explosões

O Governo de Goiás, por meio da Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP), iniciou a entrega de coletes antibalísticos para todos os policiais penais do Estado. A DGPP adquiriu 1.950 coletes, ao custo de R$ 4,2 milhões. A compra é inédita na administração penitenciária goiana.
Vale ressaltar que no final de novembro houve informação de que uma ordem, chamada de “salve”, foi emitida pela cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), a maior facção criminosa do Brasil, com o objetivo de preparar ataques de execução contra agentes penitenciários, policiais penais e demais funcionários de prisões. A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informou que tem trabalhado em novos levantamentos e monitoramento dos custodiados integrantes de organizações criminosas (Orcrins) em Goiás.
Os equipamentos de segurança começaram a ser entregues pela 6ª Coordenação Regional Prisional, em Rio Verde, que compreende oito municípios e dez unidades prisionais, e pela 4ª Regional, em Caldas Novas, que reúne dez municípios e 13 unidades. A entregas devem se encerrar no final deste mês.
“Esses coletes vão trazer mais segurança e tranquilidade para os nossos policiais. É mais um grande avanço da Polícia Penal de Goiás”, afirma o diretor-geral de Polícia Penal, Josimar Pires. “É algo inédito e mostra o quanto o Governo de Goiás vem se esforçando para equipar os policiais penais”, emenda o diretor-geral adjunto, Firmino José Alves.
Equipamento de segurança e proteção individual, os coletes antibalísticos ajudam a absorver o impacto e reduzir ou impedir a penetração no corpo de projéteis de armas de fogo e estilhaços de explosões.
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Investimentos
De 2019 a 2022, o investimento no sistema penitenciário goiano por parte do Governo de Goiás foi de R$ 111,2 milhões. Esse recurso foi distribuído na construção e reforma de unidades prisionais, compras de equipamentos de informática e hospitalares, armamento e munições, dentre outros.
Exemplo foi a construção de dois novos presídios de segurança máxima em Goiás. A Unidade Prisional Especial de Planaltina abriu 388 vagas, enquanto que a Unidade Prisional Estadual de Águas Lindas disponibilizou mais 300 vagas.

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