Denúncia aponta que piso da delegacia do Idoso foi furtado de empresário; assista vídeo
Tiago do Piso, dono da franqueadora, acusa ex-servidor de deputado e sobrinha de delegado de furto, já que, segundo ele, os piso não poderiam deixar a empresa sem nota fiscal.

A denúncia de estelionato envolvendo Fabrício Gonçalves Cavalcante Barros, ex-servidor do gabinete do deputado Ricardo Quirino (Republicanos), e Isabela Barros de Carvalho Cavalcante, sobrinha do delegado Alexandre Bruno Barros, que veio à tona após reportagens exclusivas do portal G5News e Goiás da Gente, da Rádio Mania e Bons Ventos FM, mostra que os pisos utilizados na Delegacia Especializada no Atendimento ao Idoso e na Delegacia Especializada no Atendimento à Pessoa com Deficiência teriam sido retirados do depósito de uma loja franqueada pelo Feirão do Porcelanato, de propriedade de Tiago do Piso, sem nota fiscal.
O empresário acusa Fabrício e Isabela de furto, já que, segundo ele, os pisos não poderiam deixar a empresa sem ser lançado no sistema da franqueadora. Além disso, Tiago afirma que o casal era fiel depositário dos produtos e não donos.
Os porcelanatos foram localizados pelo próprio empresário no chão da delegacia depois que funcionários da loja franqueada afirmaram que um grande volume de pisos foi levado para a casa da mãe de Fabrício e a outra parte teria sido supostamente doada por meio do deputado e assentada no chão da Delegacia do Idoso, comandada pelo delegado Alexandre Bruno.
Um vídeo feito pelos funcionários mostra o momento em que os produtos deixam a loja sem nota fiscal, mesmo após alerta.
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Em um áudio gravado por Tiago do Piso, o delegado assume que os pisos são realmente da empresa Feirão do Porcelanato, mas alega que foram doados por Quirino. Por outro lado, o parlamentar nega qualquer envolvimento no caso.
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Outro Lado
O G5News e o Goiás da Gente receberam informações da Polícia Civil de que o fato está sendo investigado pela Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO.
O delegado Alexandre Bruno não quis falar sobre o assunto, mas enviou documentos do Ministério Público que arquivam parte das denúncias contra o casal Fabrício e Isabela Barros de Carvalho. Os documentos estão em posse da reportagem e serão divulgados em breve, garantindo um amplo direito de resposta. O conteúdo não será publicado nesta reportagem para evitar um texto muito longo e cansativo para o leitor.
O deputado Quirino afirmou que o fato foi um mal-entendido e deu explicações à reportagem que serão publicadas ainda hoje.
Nota oficial - Fabrício e Isabela
Infelizmente foi publicado a maior mentira, que busca ser contada MIL VEZES, com a intenção que alguém compre como VERDADE. As investigações já mostraram que nenhuma das situações aqui narradas são verdadeiras. Jamais houve furto de piso ou qualquer outra coisa. O piso sempre foi da Franquia, não do FRANQUEADOR.
A Sra Isabela se tornou franqueada do Sr Tiago em um completa utopia, ou até mesmo pode se falar em tentativa de golpe. Infelizmente foi vítima de uma SITUAÇÃO muito bem arquitetada para que JAMAIS a franquia pudesse fluir. Inexistência de treinamento, falta de Processos administrativos, pisos quebrados, dentre outros pontos que estão todos sendo discutidos na justiça.
Por ameaças, até mesmo de MORTE, por parte do Sr Tiago e de terceiros, não houve como manter a franquia, tudo isso que está sendo apurado pela POLÍCIA CIVIL, que vem fazendo um trabalho correto, imparcial e com a busca pela verdade. Há hoje Inquérito Policial na Polícia Civil em Goiânia, na Decon e em Senador Canedo que todos demonstram que as falas do Sr Tiago são inverídicos e até criminosas.
O delegado Alexandre, JAMAIS cometeu qualquer crime, inclusive representou em juízo e o Sr Tiago. Ressalta-se que o Sr Tiago já foi até mesmo denunciado pelo MP, pelos crimes previsto nos Artigos 138, 139 e 140 do Código Penal e sua combinação com o artigo 141, parágrafo 2o e 141, II, todos na forma do artigo 69 do Código Penal, conforme processo 5226564-25.2024.8.09.0051. O deputado Quirino, não possui qualquer relação com a presente situação.
O que houve, foi que o Sr Fabrício doou um piso na delegacia, por ser proprietário do referido bem, deixando o Sr Tiago até mesmo ciente, haja vista que ele também fazia inúmeras doações. O Sr Fabrício não furtou, se se apropriou ou cometeu qualquer crime, haja vista que o bem era seu. Ele poderia ter doado a essa delegacia ou a qualquer outra instituição, que ele quisesse.

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