Defensoria pede à imprensa e redes sociais que não divulguem crimes nas escolas
O documento foi encaminhado às empresas de televisão e rádio, sites, blogs de notícias, jornais impressos, redes sociais como Twitter, TikTok, Telegram e WhatsApp.

A Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) emitiu uma recomendação para o enfrentamento a violência nas escolas. O documento pede que se evite divulgar imagens, nomes e informações dos suspeitos e vítimas dos ataques para impedir o chamado efeito contágio, além de informações de caráter macabro.
O documento foi encaminhado às empresas de televisão e rádio, sites, blogs de notícias, jornais impressos, redes sociais como Twitter, TikTok, Telegram e WhatsApp. Além dos órgãos públicos como as Secretarias Municipal e Estadual de Educação e clubes de tiro esportivo.
O texto é assinado pelo defensor público-geral de Goiás em exercício, Allan Montoni Joos, e pela defensora pública Bruna Nascimento Xavier.
Segundo o texto, “a circulação constante de vídeos anunciando supostos ataques organizados causam pânico e insegurança nos meios sociais, inclusive nas crianças e influenciam no não funcionamento das escolas”.
Ameaças às escolas
De acordo com dados da Polícia Civil, em Goiás, 51 menores foram autuados desde que começou uma operação integrada contra ameaças de atos violentos nas escolas, nos últimos 30 dias.
Só em Goiás, nas últimas semanas um adolescente esfaqueou dois colegas dentro de uma sala de aula em Santa Tereza de Goiás. Outro caso, aconteceu em Rio Quente quando menores planejaram um ataque e acabaram presos.

Câmera registra momento em que Toro conduzida por adolescente bêbado atinge casal; veja
A caminhonete teria avançado o sinal vermelho e atingido a motocicleta. Com a força da batida, o casal foi arremessado e ficou gravemente ferido.

Eleição de presidente na Assembleia de Deus termina em pancadaria; assista
Briga teria começado após a derrota de um candidato apoiado pelo irmão do pastor Gedeão; caso ganhou repercussão nas redes sociais












