Coronel acusado de matar esposa diz ter testosterona de jovem de 20 anos e se contradiz até sobre cueca
As investigações apontam que, além do disparo que matou a policial, houve tentativa de alterar a cena

Um mês após a morte da policial militar Gisele Alves Santana, o tenente-coronel Geraldo Neto virou réu por feminicídio e fraude processual. O caso aconteceu no dia 18 de fevereiro, no apartamento onde o casal morava, no Brás, região central de São Paulo.
Durante depoimento, o militar voltou a apresentar versões contraditórias — desta vez envolvendo até a roupa que usava no momento do crime. Em um trecho, ele afirma que vestiu uma bermuda sem cueca após encontrar a esposa caída, mas acaba desmentido pelas imagens das câmeras do prédio e dos policiais.
As investigações apontam que, além do disparo que matou a policial, houve tentativa de alterar a cena. Imagens de câmeras corporais de policiais que atenderam à ocorrência reforçam as suspeitas.
Outro ponto considerado crucial pela perícia são marcas no pescoço da vítima. Para os investigadores, Gisele pode ter sido esganada antes do tiro.
O caso segue em andamento na Justiça.

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