Capitão da Aeronáutica sofre queda de parapente e morre às margens da BR-040 em Goiás
Edwilson Galvão, de 56 anos, era um entusiasta dos voos de paramotor e integrava um clube localizado em Brasília há cerca de um ano. Ele tinha experiência, segundo testemunhas

O piloto Edwilson Galvão, de 56 anos, capitão da aeronáutica, sofreu uma queda fatal,às margens da BR-040, durante voo de parapente, nas proximidades de Luiziânia, no fim da tarde dessa sexta-feira (27). Este incidente é o segundo registrado em uma semana, evidenciando os riscos associados aos esportes aéreos.
De acordo com relatos de amigos e familiares, Edwilson era um entusiasta dos voos de paramotor e integrava um clube localizado em Brasília há cerca de um ano. Ele tinha experiência e, segundo testemunhas, as condições climáticas do dia estavam favoráveis. Após decolar e realizar a primeira curva com sucesso, Galvão enfrentou dificuldades na segunda manobra.
Em uma tentativa de ganhar altitude, ele perdeu a altura e bateu contra o chão, atingindo o canteiro central da movimentada rodovia.
O Corpo de Bombeiros foi rapidamente acionado, e um helicóptero do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal foi enviado para o local na esperança de resgatar o piloto ainda com vida. Infelizmente, ao chegarem, os socorristas constataram que Edwilson não apresentava mais sinais vitais. A polícia científica realizou uma perícia no local, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos necessários.
A Polícia Civil investiga as causas do acidente, procurando entender se houve erro humano no controle do paramotor ou se outros fatores contribuíram para a tragédia.
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Outro acidente recente
Este acidente não é um caso isolado. Apenas uma semana antes, houve outro incidente envolvendo esportes aéreos em Iporá, a cerca de oito quilômetros de Morro do Macaco. Um homem de 30 anos, que pilotava um parapente, sofreu uma queda de aproximadamente 10 metros. Apesar de ter fraturado o braço e necessidade de atendimento médico, felizmente, ele não correu risco de vida.
A frequência preocupante desses acidentes nos esportes aéreos pode ser atribuída à maior prática dessa atividade durante esta época do ano, quando os ventos costumam ser mais fortes, atraindo muitos jovens e adultos que buscam a adrenalina e a liberdade do voo.
As autoridades locais ressaltam a importância de um protocolo adequado de segurança, formação e conscientização sobre os riscos associados ao voo livre. A tragédia que levou à morte de Edwilson Galvão deixa um lamento profundo na comunidade, e o legado de segurança e responsabilidade deve ser a prioridade para todos os praticantes dessa emocionante atividade.

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