Aposentada é dada como morta no lugar do ex-marido e INSS cancela o benefício
Wanda Alves relata que seu CPF, de forma ainda não explicada, foi inscrito na segunda via do RG do ex-marido, que faleceu em outubro, e o documento usado para tirar a certidão de óbito.

A aposentada Wanda Alves, 72 anos, moradora de Anápolis (55 km da Capital), teve o CPF incluído na certidão de óbito do ex-marido, em outubro deste ano (2021), é considerada morta pela Justiça e teve o benefício cancelado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, desde então está sem receber seu “pagamento”.
“Eu estranhei não ter recebido, liguei no INSS e eles me informaram que eu estava “morta”. A partir daí comecei a descobrir toda história. Teve um mês que uma amiga me emprestou dinheiro para pagar minhas contas e comprar remédios. Esse mês vou precisar pedir para alguém novamente”.
Wanda se casou em 1969, ficou casa por aproximadamente 17 anos e se separou em 1986. Desde então, não teve mais contato com o ex-marido. Esse faleceu em outubro deste ano.
O que se apurou até o momento, é que quando familiares do morto apresentaram a documentação da vítima no cartório para o registro da certidão de óbito, por algum motivo ainda não explicado, o CPF da aposentava constava na documentação do ex-marido.
Em decorrência desse erro foi dado baixa no benefício do titular do CPF, no caso a aposentada, que está viva, e não do homem falecido.
“Eu não sei o que aconteceu, mas o meu CPF estava no documento dele. Então, quando foram registrar a morte dele, foi como se eu tivesse morrido. Estou aqui, morta-viva”.
O registro da morte foi feito no Cartório Del Fiaco, em Anápolis, que foi comunicado do fato e respondeu que a documentação foi apresentada pela família do falecido e que o CPF de Wanda constava no RG dele. Em seguida, foi realizada uma verificação junto à Receita Federal e constado o erro, realmente o CPF dela estava vinculado ao ex.
Com a confirmação, o cartório tomou as medidas necessárias para retificação da certidão de óbito e ajudou a aposentada entrar com os procedimentos necessários para pedir a reativação do benefício, mas a regularização pode demorar até 45 dias.
O órgão responsável pela emissão de documentos também foi comunicado do erro e apura “o que aconteceu” para que o CPF da aposentada fosse inscrito no RG do ex.

Secretário é afastado após denúncia de assédio e importunação sexual contra estagiária em Iguapó
A Prefeitura de Iguapó abriu uma sindicância para apurar a denúncia e confirmou o afastamento do secretário.

Câmera registra momento em que Toro conduzida por adolescente bêbado atinge casal; veja
A caminhonete teria avançado o sinal vermelho e atingido a motocicleta. Com a força da batida, o casal foi arremessado e ficou gravemente ferido.












